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Juliane Feldmann
Pedagoga / Psicopedagoga Clínica
Sabe-se que a criança, caracteriza-se principalmente pela sua criatividade, pelo fascínio das descobertas, das atividades e situações diferentes, enfim, têm extremo interesse pelo novo, pelo palpável e pôr tudo o que é manuseado no concreto.
A necessidade de transformação é grande, procurar modificar as aulas nas séries iniciais, com ambiente diversificado e estruturado, é um ponto fundamental para desenvolver um ensino mais compatível com as necessidades e interesse da criança, pois sabemos que a passagem do aluno pela escola deve ser uma experiência edificante e útil...
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Fga Vera Lucia de Siqueira Mietto
CFFª 3026
Os avanços e descobertas na área da neurociência ligada ao processo de aprendizagem é sem duvida, uma revolução para o meio educacional. A Neurociência da aprendizagem, em termos gerais, é o estudo de como o cérebro aprende. É o entendimento de como as redes neurais são estabelecidas no momento da aprendizagem, bem como de que maneira os estímulos chegam ao cérebro, da forma como as memórias se consolidam, e de como temos acesso a essas informações armazenadas...
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Fgas: Profª Lana Bianchi (CRFª: 2907/ SP) e
Profª Vera Mietto (CFFª 3026)
A identificação precoce de um possível ou suposto quadro de dislexia no ambiente escolar, sensibiliza os profissionais da educação ao exercício de um novo olhar: “olhar” mais cuidadoso, criterioso, investigativo e com mais participação na vida escolar dessa criança.
O diagnóstico que envolve a exclusão de outras condições e dificuldade por parte da criança, deve voltar-se para uma serie de sinais e sintomas muito peculiares, que podem sugerir a suspeita e levar a busca de profissionais especializados para tal diagnóstico.
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Marcio Kühne
Palestrante
O mercado de trabalho está saturado de gente boa que cumpre sua função. Surge assim a pergunta: onde estão as pessoas excepcionais? As que vão muito além, aquelas que pensam: "o que é que nós não vimos aqui?" Os que nunca estão satisfeitos com os resultados por satisfatórios que sejam? Aqueles que iniciam a expedição onde acaba a estrada?
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Por Bruno Krug
Palestrante, instrutor e consultor empresarial
bruno@excellenceconsultoria.com.br
www.brunokrug.com.br
Sabemos que uma grande parte das empresas cobra uma postura de maior iniciativa e ousadia por parte de suas lideranças e seus colaboradores, mas por outro lado, ousar dentro de uma organização é arriscar-se. Mesmo com um discurso que estimula os colaboradores a serem ousados e autoconfiantes, na prática costuma-se negar e repreender atitudes diferenciadas, principalmente se elas não deram os melhores resultados, o que inevitavelmente vai gerar o medo de arriscar outras ações que poderiam gerar muitos benefícios e lucros.
O que não podemos esquecer é que não há crescimento sem riscos...
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